Momentos
Olhos nos Olhos
Beija a luz do dia.
Os dedos das minhas mãos
Nos vértices dos teus lábios dançam.
A seda preta que de mim
O teu corpo esconde,
As minhas mãos desnudam.
E nua,
Com o fogo das quentes tardes africanas,
O teu ousado corpo beijo.
Abril (e eu)
Aí está de novo o 25 de Abril. E já passaram 35 anos! Foi ontem… não foi…!? "Aqui Posto de Comando das Forças Armadas…". Foi assim que começou. Foi nesse dia, assim, com aquelas palavras, que tudo começou… Que tudo começou a ser diferente. O país. As gentes do nosso país. Os países que faziam parte do nosso país. As gentes desses países. Todos. Todos passámos a ser diferentes. As pessoas. A mentalidade das pessoas. As relações entre as pessoas. Tudo e todos passaram a ser diferentes. E os que a seguir àquela data nasceram, mais diferentes ainda.
Luminosidades
Para ti, meu amor
Muito.
Muito.
Amo-te muito.
(Tanto, tanto, tanto que me não cansaria, por fim, desfalecer
Repetindo… repetindo… repetindo…
Amo-te muito. Muito. Muito. Muito.
E assim reboar… reboar...
Como infinitamente reboam os sinos, os sinos, os sinos
De Allan Poe)
Lisboa, 29 e 30 Março
Um poema com amor
E eu não o ouvia
Eras o verde vento que mal soprava
E eu não o presentia
Eras o verde quieto das árvores
E eu não o via
E o azul que se estendia do cimo daquela escarpa
Era o azul do céu que à tarde se incendiava
Eram as cores da íris dos teus olhos…
Eras tu e a tua quietude que vinha lá longe
E eu não te via
Lisboa, 5/6 de Março
Luminosidades
Luanda
Até há bem pouco tempo, quando falava de Angola e das suas cidades, tinha a mania e o cuidado de precisar que havia uma cidade que não me deixara saudades! A cidade era Luanda! Que Luanda, tirando, talvez, a ilha e o Mussulo, nada ou pouco me dizia. Para além (claro! claro! claro!) dos amigos (e) do Convívio da Faculdade de Medicina. Saudades, saudades, sentia-as apenas, e fundas, do primordial e eterno Cubal, da moreníssima Benguela, do Lobito (mais) cosmopolita e do mato. Do mato profundo e silencioso das terras do Quendo e do Lutira onde, com a minha irmã e os meus primos (também meus irmãos), passei a meninice à caça das zonguinhas e das rolas, a "conduzir" arcos de bicicleta com a ajuda de pequenos cacetes, ir à pesca com anzóis pendurados em canas de bambu e a tomar banho nos rios sem calcular o risco que às vezes corríamos (os jacarés, como nós, eram também comensais daqueles rios), e que só a estes sítios gostaria um dia, verdadeiramente, de voltar. Luanda não. Luanda serviria apenas para fazer escala e escapulir-me de imediato para aqueles lugares mais longínquos e "sagrados".Mas há uns tempos, no verão passado, disseram-me que a Visão acompanhava a revista que saía nesse dia com dois DVDs sobre Angola dos anos 70. Corri a comprá-los. A revista não a li. Desfolhei-a. Os vídeos, acreditem, também não os vi. Guardei-os. Há certas coisas que só gosto de ver ou ouvir (como um fado do Camané) quando um certo estado de alma se avizinha. (Não vale a pena precisar qual). Guardei-os, como se de um tesouro se tratasse, à espera desse momento.
Aquele estado de alma furtivamente abeirou-se de mim há dias. Lembrei-me dos DVs. Fui vê-los. Comecei com o vídeo sobre Luanda. Foram muitas as coisas que passaram diante dos meus olhos. Foram muitas as emoções que me encheram a alma e muitos os pensamentos que me assaltaram a cabeça, alguns deles contraditórios, outros politicamente pouco correctos, mas todos eles genuínos. Afinal, descobri, que tenho saudades de Luanda! A minha dúvida, se é que na realidade a tenho, é se são saudades de Luanda ou se são saudades daquela Luanda. A Luanda daqueles tempos. Inclino-me visivelmente mais para esta última hipótese. Os Luandenses de hoje e aqueles Luandenses (poucos, muito pouco – mas é sempre assim historicamente) como Luandino, que foram vítimas ou tiveram consciência (como eu partir de uma dada altura também tinha) do regime colonial em que que se vivia que me perdoem mas é mesmo daquela Luanda que, afinal, descobri, que tenho mesmo saudades.
O documentário está muito bem feito. Aliás, creio, que é um documentário feito na época para servir de propaganda ao regime colonial. Uma boa propaganda. Mas a verdade é que a realidade que nos era mostrada, estava lá, existia, não era uma encenação. O progresso, a construção de edifícios modernos, as escolas frequentadas indistintamente por meninos brancos e pretos, os liceus, a Universidade, as piscinas, os Cinemas, as esplanadas, os mercados, o trânsito animado, os polícias sinaleiros, as grandes avenidas. Tudo isso estava lá. Claro que havia uma outra realidade que não nos era mostrada no documentário. Os musseques, as sanzalas e a luta clandestina, por exemplo. Mas tão real era uma realidade como outra. E aquela da qual, afinal, tenho saudades é mesmo daquela que nos mostrada neste documentário! Descobri que tenho saudades, muitas saudades da cidade que, durante muitos anos, eu estava convencido que saudades não me deixara. Sem problemas de consciência, nem sentimentos de culpa é da Luanda colonial que tenho saudades. Muitas.
Luminosidades
O universo dos amigos está também a minguar
Quarto Minguante
As Segundas-Feiras
Liberdade
Barack Obama, Mariza e os ventos...
Barack Obama, esta é que é a verdade, tem tanto de negro como de branco. Ou será que, agora , um factor genético (desta vez, o negro) voltou a valer mais do que o outro? Há factores genéticos de primeira e outros de segunda!? Reformulo a pergunta dando-lhe maior exactidão histórica: ainda há (dantes havia) factores genéticos de primeira e outros de segunda? O do lado do pai por ser negro é um factor de primeira e o lado da mãe por ser branca é um factor de segunda? Ingenuidade a minha... Eu julgava que o século XXI tinha acabado de vez com esta classificação. Afinal não. Virou-a apenas ao contrário. Deu-lhe uma volta de cento e oitenta graus: o que era antigamente considerado um factor de primeira – a origem branca (contra o qual Luther King e muitos outros lutaram e sacrificaram a vida), passou, agora, a ser considerado (sem que ninguém questione) um factor de segunda. O que era considerado de segunda passou a ser de primeira. São os ventos…
Argumentar-se-á que se exalta o factor genético negro por o candidato viver numa sociedade maioritariamente branca. Não é consistente este argumento. Proponho então este exercício simples: Imagine-se o mesmo Barack Obama, resultado do cruzamento dos mesmíssimos factores genéticos (branco e negro), mas como candidato, por exemolo, à presidência da República do Quénia – sociedade maioritariamente negra. Alguém exaltaria, chamando a atenção para o ineditismo histórico, o factor genético branco (que também o tem) para o apontar como o primeiro candidato branco à presidência de uma república maioritariamente negra? Ele, candidato, aceitaria, em busca de votos para sua eleição, que fosse invocada a sua origem branca? Estou seguro que a esconderia!
Há semanas, já em campanha, o senador foi ao Quénia visitar a terra natal do pai. Encontrou-se com uma sua avó. Foi um gesto bonito e comovente. Foi um regresso muito aplaudido às suas origens negras. Alguém imagina o mesmo Barack Obama candidato à presidência da República do Quénia, a fazer uma viagem até Wichita (Kansas), terra natal de sua mãe, e visitar, no momento particularmente importante da sua vida, os seus antepassados brancos? Esse regresso às suas origens brancas seria igualmente aplaudido? A imprensa consideraria esse gesto igualmente bonito e comovente? Tenho largas dúvidas. Mas se o fizesse daria, não tenho dúvidas, uma forte machadada no preconceito racial
A verdade é outra. Ter "origem negra" está na moda. Hoje quem tem um ascendência negra ainda que remota não se esquece de a invocar. A Simone de Oliveira já (se) lembrou que tinha uma bisavó negra. A Mariza não se cansa, agora, de invocar esse lado africano. Chegamos a um ponto no mínimo curioso: se alguém, negro ou com origens negras (ainda que remotas), disser que tem orgulho nas suas origens, soa-nos bem. Vêmo-lo como alguém que não renega as suas origens. E se esse alguém for artista, a imprensa e a crítica, com afã desmedido, começa célere a “descobrir” subtis influências – que até aí não tinham sido detectadas – dessas origens na arte da pessoa em questão. Porém, se alguém assumisse (o imperfeito de conjuntivo não é inocente…) ter orgulho nas suas origens brancas, soar-nos-ia (a mim também..., a sério, tal é a força do novo preconceito!) a uma insuportável afirmação de pendor racista. E se esse alguém fosse uma figura pública, para além de cair o Carmo e a Trindade, os blokistas e outros afins, como cães a um osso, jamais o largariam. São os ventos…
Dito isto, direi que se fosse eleitor democrata nas primárias votaria na Hilary… Já estou a ouvir a alguns comentários surdos do género “cá está… gato escondido com rabo de fora... no fundo este tipo é um racista!”. A precipitação nunca foi boa conselheira, meus caros. Se fosse eleitor americano entre o Barack Obama e o Cain votaria no... Barack Obama!
Ciranda o sol
De nascente a poente
De poente a nascente
Arco perfeito de um magoado violino
Ciranda lenta e em descrente procissão
Como se fora um solitário peregrino
Não procura a lua
(o poeta é um fingidor...)
Procura a nua
Verdade das palavras por dizer
(Ó mar! Ó mar! Ó longínquo luar!)
Ciranda o sol
De nascente a poente
De poente a nascente
Arco perfeito de um magoado violino
Não procura a lua
Procura a rua
Onde ela, luar desfeito, aos Domingos vai rezar
Nem sinal da cruz...
Nem sinal de luz...
Senhora da Guia 4/5/08
Luminosidades
Eram claros os dias
Escrevi até ao princípio da manha aparecer na janela. (.......................). O sol a chegar à escrivaninha e a ser dia nas folhas brancas. Escrevi duas páginas. Descrevi-lhe o rosto, os olhos, os lábios, a pele, os cabelos. Descrevi-lhe o corpo, os seios sob o vestido, o ventre sob o vestido, as pernas. Descrevi-lhe o silêncio. E, quando, me parecia que as palavras eram poucas para tanta e tanta beleza, fechava os olhos e parava-me a olhá-la. Ao seu esplendor seguia-se a vontade de escrever e, de cada vez que repetia o exercício, conseguia escrever duas palavras ou, numa máximo uma frase. Quando a manhã apareceu na janela, levantei-me e voltei para a cama, adormeci a olhá-la. Adormeci com ela dentro de mim."
Bela... e serena como a brisa calma
Que amena atravessa a cidade
Rio... rio leito de claridade
Que meigo corre entre as pedras de minha alma.
Vento que sopra, brando, a vela da minha barca
Rumor... rumor de madrugada
Cântico que os pássaros rumorejam
Murmúrio antigo de uma ária inacabada
Lisboa 21/3/08
Luminosidades
Palvras reescritas (em jeito de poema)
E isso que importa?
continuas bonita e luminosa
como aquele raiozinho de sol
que todos os dias bate na vidraça da minha janela
Bonita e luminosa
como naqueles dias distantes de convívio
(tão distantes e tão indelevelmente presentes)
E isso é que importa!
Escuta…
Vou segredar-te uma coisa.
Com serenidade.
Com a mesma serenidade com que aquele raiozinho de sol
ao cair da tarde abandona a vidraça da minha janela.
Uma coisa que não é coisa.
Que não sendo coisa
é mais, muito mais, que coisa
É coisa de alma
(etéreo aroma)
que há muito sinto
e que juro, juro, não minto
Gosto de ti.
Minha roma.
(e tu sabias)
Lisboa 27/2/08 e 19/3/08
Viagens e memórias...
A Noite de Reveillon
2008
Foi esta a mensagem que enviei aos meus amigos no últino dia do ano passado. Aqui fica registada.
Marcas indeléveis (do Império...) - 12
CabindaNão sei se devia terminar a legenda com reticências ou com um ou mais pontos de exclamação. Juraria, no entanto, que quem acompanhe a série da RTP "guerra colonial" do Joaquim Furtado, (e não tenha estado em Angola nesses anos), perante esta foto ( e outras como a de baixo) optaria pelos pontos de... admiração!
Estação do Luso Luminosidades e coincidências...
Espantoso...
A mensagem que muito me tocou dizia o seguinte:
Luminosidades...
Eleições em França ...
Luminosidades...
25 de Abril...
Viva Abril! Que para ti, eu sei, é ainda uma "jornada de luta" mas que para mim é apenas evocação, memória e festa (interiores) onde entras sempre, sempre. Tu e outros amigos.»
O amigo de que falo é o meu querido amigo Hermínio.
Luminosidades...
como ontem antes de ontem,
o céu continua azul.
Continua azul, azul, azul!
Continua azul...
para lá do cinzento das nuvens
(negro, quase negro)
que cobre todo o azul, azul, do céu.
Um amigo de sempre e para sempre
O regresso das luminosidades...
Luminosidades...
A nossa escola
Luminosidades...
Pequenos pedaços de poesia (II)
Luminosidades...
Voos da Águia
O segundo holocausto

Quotidiano
Luminosidades...
que em cíclicas ondas
Recolhe-se uma taça rasa
da quente e cálida sangria,
Dissolve-se uma mão cheia
de leve, leve, melancolia.
Agita-se (com gesto e jeito de escanção).
Dá-se-lhe um cheirinho
a maresia.
Um travo de wisky
dois ou três cubos de gelo
e pronto…
Leva-se à boca
em repetidos e amenos versos,
à mistura com pianíssimas notas de Chopin
(de preferência os nocturnos 1 e 3)
Referendo
Luminosidades...
Porto - 0 Estrela do Amadora - 1
Benfica - 0 Boavista - 0
Era um dos nossos guarda-redes...
Nunca ninguém o conseguiu contactar para aparecer no Encontro (dos antigos estudantes do Cubal). No nosso Encontro. Ninguém sabia o seu paradeiro. Todos os anos se fazia um esforço para o contactar. Mas, nada. Dizia-se que andava pelo Barreiro. E eis que ontem, já ao cair do pano, abruptamente, em vez dele, é anunciada a sua morte. Em Gouveia. Não quis acreditar. Em vez de sinais de vida que há muito procurávamos, é a morte dele que se apresenta. Mais valia estar quieta. Quietinha. Ninguém a chamou! Porra!
Tinha aparecido no Cubal já nos anos sessenta, vindo da Metrópole, do Puto, das berchas. (era assim que na nossa linguagem nos referíamos a Portugal). Tímido, ingénuo, mas destemido - alías, guarda-redes não podia ser de outra maneira. Quando lhe deram os kedes (hoje ténis) para calçar e jogar pela Associação Académica do Cubal, chamou-lhes – muito apropriadamente – sapatilhas. Azar dele. Ficou para sempre "o Sapatilhas". Nunca mais se livrou do nome.
Até sempre Sapatilhas. Até sempre.
Luminosidades...
O meu Cinema Paraíso
A segunda vez, anos mais tarde, já iniciado nas minhas andanças de cavaleiro marxista, recusei vê-lo. Era uma patética história de amor (pequeno-burguêsa, claro) e contra-revolucionária!
Ontem foi a terceira. A fotografia continua a esmagar-me. A história de amor é uma história de amor. Falta-lhe, pareceu-me agora, paixão, sensualidade. A música é indissociável do filme. Não podia ser outra. A Christie continua linda, linda. Fez-me lembrar a minha colega da faculdade… (revia-a há pouco tempo, continua linda!)
A leitura política que faço da película é que sofreu uma… reviravolta! E era aqui que queria chegar. Perturbou-me o filme. Perturbou-me ver como que um idealista – Pasha Strelnikoff – se transforma, em nome da revolução (sempre em nome da revolução…) num tenebroso sanguinário. Incomodou-me o filme. Incomodou-me sentir que eu, em circunstâncias idênticas, fizera, (salvaguardas as diferenças de protagonismo, claro!) o mesmo e cretino papel – o de guarda da revolução. Ainda que este se tivesse apenas quedado pelo plano ideológico. Mas a verdade é que defendera os mesmos princípios: o partido acima de tudo – família, amigos, afectos. O partido acima das pessoas. Em nome do povo. Sempre em nome do povo. Em nome das massas populares! (era assim que dizíamos). Interpelou-me o filme. Profundamente: se em 75 a revolução leninista tivesse triunfado (não esteve longe disso), até quando é que desempenharia aquele papel? Até quando? Mais. E, talvez, mais angustiante: qual era a linha que eu jamais ultrapassaria? Assustou-me perceber que quando (e enquanto) se acredita na revolução e no partido essa linha de demarcação é muito ténue. O partido toma conta do coração e apodera-se da razão. O partido passa a ser a razão de sermos. E a razão passa a ser a do partido. E é aqui, neste ponto, que se é capaz das maiores crueldades. Basta que a revolução o exija. Basta que o partido ordene.
Incomodou-me. Mas fez-me bem ver o filme. Recomendo-o aos meus amigos (e cavaleiros que foram comigo) das andanças marxistas.
Marcas indeléveis (do Império)... 4

Clube Desportivo Ferrovia - cidade do Cubal
Repare-se nas linhas arquitéctónicas. A foto é da época (1962?), mas a modernidade do edifício é actual. Actualíssima. Era aconselhável que o "ippar" de Angola iniciasse a inventariação e preservação do património respeitante ao período colonial. Estamos a falar do património de Angola. Nossas são apenas as marcas indeléveis.
O Sombreiro, visto do lado da Caotinha"Viagens com ou sem memória" (3)
O Presidente da República mostrou-se surpreendido com os inúmeros sinais que os portugueses deixaram na Indía. Não imaginava ele que a nossa presença por aquelas terras tinha deixado marcas tão indeléveis.
O que a mim me surprende é a sua surpresa. Há uns livrinhos de História que contam tudo.
Antecipando outras viagens do Presidente da República aos novos países da lusofonia e a fim de lhe poupar novas supresas, inauguro hoje uma exposição fotográfica avulsa e ao calhas sob o tema:
"Viagens com ou sem memória" (2):
Eles, os dirigentes deste meu velho país, sabem tão bem como eu. Mas não ousam dizê-lo. Prisioneiros do que é politicamente correcto, não têm a coragem do poeta de Abril que gritava bem alto: “Há que dizer-se das coisas o somenos que elas são/Se for um copo é um copo/ se for um cão é um cão”.
Isto foi parte do que, há uns anos, escrevi, talvez com excessiva emoção, a propósito da morte de um antigo professor e da morte do meu pai que então se esperava para breve.
Subscrevo: "viagens com ou sem memória" de J.Pacheco Pereira

Subscrevo:
"A morte de Saddam Hussein" de José Pacheco Pereira in Abrupto. Muito em particular o 3.º parágrafo.

O ano era 1964, em tempo de férias grandes, e o filme tinha como "artista principal" o Aznavour e nele participavam também a Silvie Vartan e o Jonny Holliday e chamava-se "À procura do Ídolo" (Cherchez L'Idole).

Foto tirada e acabada de enviar pelo Henrique. Obrigado, meu caro.
O que fazem as canções, as grandes canções...
Petição contra a implementação da TLEBS
Há dias Pedro Mexia ridicularizava assim a tlebs!










